Bax estreia com vitória e se classifica em primeiro da chave para fase semifinal

Postado [0DD] de [MM2], [YYYY]|28/09/2020 00:00:00

 

O recomeço foi diferente: sem abraços, sem o barulho da torcida. Todo mundo
de máscara e o banco de reservas vazio. Mas quando a bola subiu, veio a
sensação gostosa de poder matar a saudades.
A partida de estreia da Tietê Agroindustrial/Bax Catanduva e
Apagebask/Guarulhos foi quente. Não só pelo calor marcado no termômetro,
que ultrapassou os 35º, mas pela disputa, pelo sangue no olho, pela vontade
de vencer.
O jogo começou às 11 horas, no Ginásio Municipal Anuar Pachá. E as duas
equipes buscaram ponto a ponto para avançar no placar. Porém, a agilidade do
time catanduvense, puxado pela armadora Larissa, que armou bem as jogadas,
e os chutes certeiros da ala Joice Coelho, colocaram o Bax na frente,
encerrando o primeiro quarto em 22 a 10. No segundo quatro, o conjunto de
ações colocou a equipe ainda mais à frente no placar, fechado em 40 a 25.
Após o intervalo, as adversárias entraram em quadra com mais agressividade.
Porém, a habilidade do time da casa não possibilitou reação às meninas de
Guarulhos. Durante toda a partida, a equipe feiticeira ficou 38 minutos na
liderança. No último período do jogo, as catanduvenses sacramentaram a
vitória, encerrando a partida em 78 a 60.
Com o resultado, Tietê Agroindustrial/Bax Catanduva se classificou como
primeira colocada da Chave A e espera o segundo colocado da Chave B para a
disputa da Final Four.
A ala Joice Coelho foi a cestinha da partida com 17 pontos. Ainda pelo time
catanduvense, destaque para a ala-armadora Thaíssa, que marcou 13 pontos,
a armadora Larissa pontuou 12 vezes e a ala-pivô Jennifer que contabilizou
dez cestas.
O técnico catanduvense, Cesamar Fernandes, afirmou ter gostado do que viu,
principalmente, pelo retorno das competições.
“Momentos de lucidez muito bons dentro do que a gente trabalha, que é
transição e velocidade. Mas houve momentos ruins, como desentrosamento de
jogadas, algumas movimentações não foram boas”, analisa.

 

Segundo ele, as atletas mostraram vontade de jogar, mas o rendimento caiu,
principalmente, no período final da partida.
“Nem todas as jogadoras estão no mesmo ritmo. No final, troquei o time todo,
pois percebi o cansaço delas. Isso é normal, porque voltamos há pouco tempo
e fizemos mais trabalho físico. Teremos duas semanas para trabalhar e
chegaremos ao ritmo ideal”, salienta.
Essa foi a primeira vez que o treinador viu a nova formação atuar junta. Para
ele, algumas atletas surpreenderam.
“Agora, vamos focar no conjunto porque algumas jogadas, transições não
saíram como esperávamos. Até então, nunca conseguimos treinar com dez
jogadoras, porque sempre havia uma ou outra lesionada, no departamento
médico. Com a liberação dos treinos coletivos, é trabalhar o todo, que está
faltando para dar ritmo e os ataques fluírem melhor”, afirma.

Momento Especial
O técnico deu oportunidade para que todas as atletas entrassem em quadra.
No último quarto, a ala-pivô Lauene fez a sua estreia em um jogo oficial. Ela
subiu da base para o time principal no início deste ano.
“Foi a oportunidade de sentir como é estar em quadra em um jogo oficial. Ela
entrou e fez uma cesta. Vibramos muito”, destaca o técnico.
Quando Lauene converteu os dois pontos, toda comissão técnica e atletas
gritaram e aplaudiram muito. Ao final, a jogadora foi cumprimentada pelas
veteranas, que fizeram questão, dentro de quadra, de orientar a novata.

Próximos jogos
Nos dias 02, 03 e 04, acontece o triangular em Campinas, com a participação
do time da casa (Vera Cruz Campinas), Basketball Santo André/Apaba e Pró-
Esporte Sorocaba.
Os dois classificados disputam a Final Four, em Catanduva, nos dias 09 e 10
de outubro, contra Tietê Agroindustrial/Bax Catanduva (1º lugar na Chave A) e
Apagebask/Guarulhos (2º lugar na Chave A).

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – Buenas Comunicação